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Os sentidos da arte estrangeira no Brasil - 1ª metade do séc. XX

Paulo Knauss
Universidade Federal Fluminense

Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1987), mestrado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990) e doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense (1998), tendo realizado pós-doutorado na Universidade de Estrasburgo, França (2006). Desenvolve pesquisas na área de História sobre as relações entre Memória e Patrimônio Cultural, explorando os campos da história urbana, da história da arte, história da imagem, história oral e historiografia. É professor do departamento de História e do Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense e exerce a função de Diretor Geral do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro. Além diso, é membro do Conselho Nacional de Arquivos - Conarq, como representante da Associação Nacional de História, e membro suplente do Conselho Nacional de Políticas Culturais - CNPC. É autor de vários trabalhos, entre os quais o livro sob sua coordenação Cidade vaidosa: imagens urbanas do Rio de Janeiro (Ed. 7 Letras, 1999) e o mais recente Oeste americano (Ed. UFF, 2004) que reune ensaios traduzidos de Frederick Jackson Turner, autor importante da historiografia dos EUA. Entre os artigos recentes, inclui-se A cidade como sentimento, publicado na Revista Brasileira de História n. 53, v. 27, jan-ju/2007.

Titulo: Sentidos da Arte Estrangeira no Brasil: exposições artísticas no contexto da segunda Guerra Mundial.
Palestrante: Dr Paulo Kanauss ( UFF- Departamento de História).
 
A palestra teve como objetivo apresentar as relações entre a arte estrangeira e a arte nacional no Brasil. O foco foram as exposições de arte organizadas por diversos países dentro do contexto político da Segunda Guerra Mundial.Destaca-se na análise o resultado da recepção da arte européia no Brasil.Procurou investigar sobre os sentidos da arte estrangeira no Brasil. Dentre os criticos de arte brasileira , o palestrante se apropria dos textos de Antonio Bento para explicitar o retorno ao primitivismo e o répúdio ao classicismo que marcaram a obra desses artistas viajantes.Como exemplo cita a exposição De Manet a nossos dias, realizada no Rio de Janeiro em 1949

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